sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

With the leftovers / Com os restinhos





Ok I made the socks but I still had a lot of wool left (I bought 100 grams which means the socks must have around … 50 grams?) so I decided to make mittens for me (I gave the ones I made for me to a friend so I had none for myself) using a new very easy stitch. Once again I made the thumb in a different way and I think this is my favorite one. I’m quite happy with them and guess what? I still have leftovers.


Depois de ter feito as meias sobrou-me imensa lã (comprei cerca de 100 gramas o que significa que as meias devem ter… 50 gramas?) por isso decidi fazer umas mittens para mim (as iniciais que tinha feito para mim acabei por dar a um amigo) utilizando um ponto novo que aprendi muito fácil. Mais uma vez experimentei uma nova forma para fazer o polegar e devo dizer que até agora esta é a minha favorita. Estou bastante satisfeita com elas e adivinhem. Ainda tenho um restinho a sobrar. 


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Of fruits and vegetables / Das frutas e dos vegetais




One of my favorite things is to go to the fruit & vegetables shop owned by Isidro to buy my fruit and vegetables on a Saturday morning. Here the things smell just like they should smell, the potatoes still have some dirt on them, the apples are tasty and look the way they should look, the pumpkin is cut in front of you and the olives are to die for. Some days you can have bread from Alentejo and a sweet bread called “popias”, and my favorite fresh cheese. The parsley and the coriander are free if you take vegetables. Here the food is really really good and I know I am buying not only high quality products but also supporting in a fair way national producers and a family I know. This box takes enough fruit and vegetables for me and Miguel for a whole week – here besides the things I bought in Isidro you can also find oranges and tangerines from my grandparent’s farm, lemons from my backyard and walnuts my mother’s cousin brought from her walnut tree in Algarve.

For me this is a very important thing – that everything comes from the right place, the meat comes from the butcher, the fish comes from the fishmonger and the vegetables come from the vegetables shop. Believe me when I say it gives more pleasure to buy things this way rather than spent the entire morning stressed in the supermarket.

This week I made lemon and walnuts cupcakes. They "were" super yummy and made with fresh and season ingredients. (:

Uma das coisas que mais gosto de fazer é ir aos sábados de manhã à frutaria do Isidro comprar a fruta e os legumes. Aqui as coisas têm cheiro, as batatas têm terra, as maçãs são saborosas e com o aspecto que deviam ter, a abóbora é cortada à nossa frente e as azeitonas são de comer e chorar por mais. Em certos dias há pão alentejano de Almodôvar e popias, e um queijinho fresco que é o melhor que já comi. A salsa e os coentros são oferta para quem levar legumes. Aqui a comida é mesmo boa e eu sei que estou a adquirir não só produtos de muita qualidade mas também estou a apoiar de uma forma justa produtores nacionais e uma família que conheço. Esta caixa leva os legumes e frutas suficientes para uma semana para mim e para o Miguel – aqui para além do que comprei no Isidro vão laranjas e tangerinas da quinta dos meus avós, limões do quintal e nozes que a prima da minha mãe trouxe da nogueira dela no Algarve.


Para mim, isto é uma coisa mesmo importante – que as coisas venham cada uma do seu sítio certo, que a carne venha do talho, o peixe da peixaria e as frutas e legumes da frutaria. Acreditem que dá muito mais prazer comprar e escolher as coisas assim do que passar uma manhã stressante no hipermercado.

Esta semana fiz queques de limão e noz que "estavam" muito saborosos e como podem ver foram feitos com ingredientes frescos e da estação (:



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

The blouse/ A blusa




I am finally showing you the result of my first blouse. Even though I know all the mistakes I’ve made and I can see them in every photo I’m still quite pleased with it. I’ve used it a lot lately; it is warm and comfortable so I’m satisfied. I usually wear it with the cowl my mom made me last year like you see in the pictures.

I’ve used needles 6 and 8 to make it.

Finalmente estou a mostrar-vos o resultado da minha primeira blusa. Apesar de saber de cor todos os erros que fiz e de os conseguir identificar nas fotos devo dizer que estou bastante satisfeita com ela e tenho-a usado muito ultimamente; é quente e confortável por isso não poderia estar mais contente. Normalmente uso-a com a gola que a minha mãe me fez o ano passado, como se vê nas fotos.


Utilizei agulhas 6 e 8 para a fazer.




terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sacavém’s Ceramic Factory / Fábrica de louças de Sacavém


Esta história começa quando eu tinha 6 anos e fui para a escola primária. Ao fundo da rua, havia uma fábrica chamada Fábrica de louças de Sacavém. Estávamos no ano de 1995 e no ano anterior tinha sido declarada falência da fábrica. Em 1996 tinha eu 7 anos houve uma grande festa com as escolas de Sacavém onde cada um dos alunos fez um prato utilizando um dos métodos tradicionais da fábrica. Eu fiz o meu, que foi para cozer mas nunca mais o vi. Nos anos seguintes a fábrica fechou completamente e a antiga Fábrica de louças de Sacavém tornou-se na Urbanização da fábrica da Louça, com direito a um museu sobre a fábrica. Foi preciso passar este tempo todo para que eu, com 24 anos, fosse visitar o museu da fábrica que ficava ao fundo da rua da minha escola primária.

This story starts when I was 6 years old and went to primary school. At the end of my school’s street there was a factory called “Fábrica de Louças de Sacavém” ( or Sacavém’s Ceramic Factory). The year was 1995 and the factory had declared bankruptcy the previous year. In 1996 I was 7 years old and there was a great street party where student’s from the local schools made a plate using the traditional methods used in the factory. I made my plate and it went to the furnace but I never saw it again. In the next years the factory was completely closed and the old ceramic factory became a neighborhood of buildings with an museum of the old factory. It took some time for me to visit the museum at the end of my primary school (I’m with 24 years now!).



O museu é pequenino mas vale a pena visitar. Um dos fornos ainda permanece intacto lá dentro e apesar de não haver muita informação sobre a forma como a produção era feita (que iria satisfazer o meu lado de engenheira de materiais) achei que a visita foi agradável e trouxe-me à memória muita coisa que me foi contada, pois eu não vivi na época em que a fábrica estava no seu auge. Não consegui deixar de pensar na arte por detrás de algumas embalagens como as dos iogurtes Vigor, das lembranças em cerâmica das cidades e aldeias de Portugal e dos azulejos que ali também se fabricavam.

The museum is small but well worth the visit. One of the furnaces is still intact inside the museum and although the is not many information about how the production was made (which would satisfy the material’s engineer in me) I think the visit was quite pleasant and it reminded me of some of the stories people used to tell me, since I’ve not lived the golden years of this factory. I couldn’t stop thinking of the art behind of some of the packages like the Vigor’s yogurts, of the traditional Portuguese ceramic souvenirs of cities and villages and of the amazing tiles that were also produced here.



Para mim o problema da fábrica da louça de Sacavém foi o problema de muitas fábricas em Portugal – tentar competir/ entrar no mercado com um produto que se dizia barato e de qualidade é insustentável.  Não tenho a menor dúvida que aqui também se deu algum problema de design e de lançamento da marca - apesar de sempre achar belíssimosos os serviços que se faziam na fábrica sei bem que na altura em que a fábrica encerrou portas estes eram considerados kitsch e não eram propriamente o que se queria comprar.

For me the problem of this ceramic factory was the problem of many factories in Portugal – to try to compete/enter the market with a product said to me cheap and with quality is not sustainable.  I don’t have any doubts that here the problem was also a  problem with design and marketing – although I’ve always found their products very pretty I know that at the time the factory closed they were considered kitsch and weren’t exactly what people wanted to buy.



Hoje acho que existe um mercado muito mais apelativo para os produtos que aqui se produziam e que com o tempo se irão perder. Não haja dúvida que há uns anos atrás o tecido empresarial deste país sofreu e muito, com muitas fábricas como esta a fecharem e muito saber fazer a perder-se contudo vejo cada vez mais uma crescente preocupação com o que é feito e como é feito, o que me agrada.

Today I think there is a much more appealing market for the products produced here and with they eventually they’ll be lost. Some years ago the entrepreneurial tissue of this country suffered a lot with many factories closing and so much know-how lost however nowadays I see a growing concern with what is made and how it is made, which pleases me.



O museu é realmente fascinante e se conseguirem não percam a exposição do fotógrafo Eduardo Gageiro que por lá estará até 15 de Fevereiro. Vale mesmo a pena.


The museum is really fascinating and if you can don’t lose the exhibition of the photographer Eduardo Gageiro which will be there until the 15th of February. It’s really worth it.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Granny Ilda / Avó Ilda



Granny Ilda is not actually my granny – she is Miguel’s grandmother but ever since I’ve known her I have threaten her like my own granny.

This first year I took my crochet bag (I wasn’t a knitter back then!) to her place in our summer vacations she started teaching me the most amazing things. This was my first contact with different ways of doing crochet or knitting, since I’ve always crocheted holding the yarn on my hands and she makes crochet passing the yarn on her neck, like I knit.

One year she showed me her spindle and how people used to spin wool. The next year I had learned with Rosário how to spin so I showed her my spindle. We’ve talked about it, but I never actually saw her spinning.  When Miguel showed me this amazing photo of our granny spinning I was so happy I could cry (yeah it is true, I am a real happy-crier!).

Today Ilda turns 80 years old. She is one of the most inspiring ladies I know.

A avó Ilda não é na realidade minha avó – é a avó do Miguel mas desde que a conheci que a trato como se fosse minha avó.

Desde o primeiro ano em que levei o meu saquinho do crochet (na altura ainda não sabia tricot!) para a sua casa durante as férias de Verão que ela me tem vindo a ensinar coisas simplesmente maravilhosas. Este foi o meu primeiro contacto com diferentes maneiras de fazer crochet e tricot, visto que ao contrário de mim que faço crochet a segurar a linha na mão a avó Ilda faz o crochet com o fio ao pescoço, como eu faço o tricot.

Num dos primeiros anos que fui para o Minho ela mostrou-me o seu fuso e como é que lhe ensinaram a fiar a lã. No ano seguinte já tinha aprendido com a Rosário a fiar e mostrei-lhe o meu fuso, que era bastante diferente do seu. Há muito tempo que falamos as duas sobre fiar mas nunca tinha tido o prazer de a ver verdadeiramente a fiar. Quando o Miguel me mostrou esta foto espectacular da avó a fiar fiquei tão feliz que quase chorei (sim, eu sou daquelas pessoas que chora quando está mesmo feliz).


Hoje a avó Ilda faz hoje 80 anos. Ela é uma das senhoras mais inspiradoras que conheço.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A pair of socks / Um par de meias



And here they are. This is my first pair of knitted socks and I must say I am very proud of it – I like the materials and above all they are very cozy and comfortable.

I’ve already used them in an all-day-walk and I must say for someone whom never wore wool socks outside the house I am quite converted.

To those of you whom never tried to make socks I strongly advise you to try and make them. Sure they are not an easy thing like cowls or scarfs but they are quite fun to make and great to use if you like to keep your feet warm.

As meias que andava a fazer já estão terminadas. Este é o meu primeiro par de meias tricotas e devo dizer que fiquei bastante satisfeita – gosto imenso da lã que usei para as fazer e acima de tudo são muito confortáveis e aconchegantes.

Depois de andar um dia inteiro a passear com elas calçadas tenho a dizer que para alguém que nunca usou meias de lã fora de casa estas são muito agradáveis e estou mesmo convertida.

Se sabem fazer tricot mas nunca tentaram fazer meias, aconselho-vos mesmo a fazê-las. Claro que não é fácil como uma gola ou um cascol mas são bastante divertidas de ver a crescer e perfeitas se querem manter os pés quentinhos.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

About social networks / Sobre as redes sociais



Some of you may know that bichinhos na cabeça had a facebook page and I say “had” because I finally closed it. Let me tell you, it’s not as easy as you think to get rid of a facebook page.

I’ve also deleted everything I had on my flirck account because firstly I want to organize my photos and see what I want to share there.

I’ve given up on twitter that was a waste of time. The only thing I liked about twitter was that many newspapers that I liked often shared quick news on twitter so it was easy to read but quite frankly I don’t want to read one line articles. I mean, how much information stays out?

The only social network I’m still using is Instagram and that one I think I’ll still be using for a long time.
Frankly I prefer to have one updated and well-structured blog than be in too many social networks and don’t give my best in all of them.

So if any of you were following the other social networks I am sorry but they truly weren’t for me and I hope you’ll be happy with what you’ll see here :)

(by the way I’m sorry for always using the same photo but I actually love this one and I think it describes perfectly what I sometimes feel while I’m in the computer!)

Alguns de vocês devem saber que os bichinhos na cabeça tinham uma página no facebook e digo “tinham” porque finalmente consegui apaga-la. Deixem-me dizer-vos, não é nada fácil apagar uma página do facebook.

Também apaguei todas as fotos que tinha no flirck porque primeiro quero organizar as minhas fotos e depois estruturar bem o que quero partilhar no flirck e como o quero usar.

Entretanto desisti do twitter que é uma verdadeira perca de tempo. A única coisa que me interessava no twitter eram alguns jornais que seguia e que partilhavam notícias rápidas numa única linha que eram fáceis de ler mas que a mim não me interessam muito. Ao ler artigos altamente comprimidos não consigo deixar de pensar a quantidade de informação que fica de fora.

A única rede social que ainda uso é o Instagram e essa não me vejo a desistir dela.
Para dizer a verdade prefiro ter um blog bem estruturado e actualizado que estar em demasiadas redes sociais e não dar o meu melhor em nenhuma delas.

Se algum de vocês me seguia nas outras redes sociais peço desculpa mas realmente elas não eram para mim e espero que ao menos o que vêem aqui vos anime e interesse :)


(ainda, peço desculpa por estar sempre a usar a mesma foto quando falo destes assuntos mas eu gosto mesmo desta fotografia e acho que descreve perfeitamente o que sinto às vezes quando estou agarrada ao computador!)



quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Constructing the Konstruktor/ Construir a Konstruktor



The only thing I asked for Christmas was this camera. The Konstruktor camera is a DIY camera that comes in pieces and allows you to construct it by scratch. It has no electronic parts which don’t mean it will be easy to do. Actually building this camera was very difficult for me since I have no background in camera-mechanics but at the same time it was an amazing learning experience about the whole mechanisms and ways to work.

The first difficult part was about a little spring (10 mm most) that jumped and disappeared in the ground while I was assembling it. Because the spring is actually really really small and hard to deal with the amazing guys whom built the package put an extra spring that I managed to lose too. Complete chaos. Luckily the people at the lomography shop here in Lisbon are completely awesome and got a new spring for me that I managed extra-extra-carefully and I was able to finish the assembling. Despite all the hard work, it did pay up. The camera is super cute and seems functional ( I say seems because I still need to put film on it, although I have already used old film to see if it was working and everything seemed ok).

Another thing I like about this camera is that the lenses can be removed and there are several other lenses you can buy and assemble to the camera which allows you to play a little bit. These other lenses of course need to me assembled too.

In the end, I find this camera just my style – I loved the fact that I had to assemble it and even though it was hard I am very proud I was able to finish it. I’ll post some photos of my first film someday.

A única coisa que pedi para o natal foi esta câmara. A Konstruktor é uma câmara DIY que vem em peças e que nos permite construir toda a estrutura do zero. Aqui não existe nenhuma parte electrónica, o que não significa que tenha sido fácil construí-la. Na realidade para mim foi bastante difícil construir esta máquina dado que não tenho nenhum background em mecânica de câmaras fotográficas. Contudo, para mim foi fascinante montar a máquina e ficar a perceber como é que tudo isto funciona.

A primeira dificuldade que tive a montar a máquina veio sob a forma de uma mola com aproximadamente 10 mm que para mim era extremamente difícil de montar e que acabou por cair no chão e nunca mais a vi. Como as pessoas da lomografia são muito simpáticas na caixa da Konstruktor vêm já duas molas destas o problema é que sendo eu como sou também acabei por perder a segunda. Caos completo. Por sorte as meninas da embaixada lomográfica de Lisboa são mesmo fantásticas e conseguiram arranjar-me uma nova mola que eu montei com muito muito muito muito cuidado e depois disso foi fácil terminar a máquina. Mesmo com toda esta dificuldade, valeu bem a pena montar a Konstruktor. A máquina é excelente e parece-me funcional (digo parece porque ainda não lhe coloquei um rolo, embora tenha usado um rolo antigo para experimentar se o mecanismo estava a funcionar e estava tudo bem).

Uma outra coisa que gosto na Konstruktor é o facto da lente ser removível e ser possível utilizar outro tipo de lentes que se encontram à venda na embaixada (também DIY, para se montar) o que a torna muito mais versátil que a minha adorada Diana mini e me permite experimentar um bocadinho mais.

A verdade é que estou completamente apaixonada por esta câmara e acho-a mesmo o meu estilo – adoro o factor de a ter montado e apesar das dificuldades em montá-la deu-me uma excelente sensação quando terminei. Quando tiver o meu primeiro rolo revelado mostro aqui algumas fotos.




terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Ilustrarte




Ilustrarte is an exhibition about children’s book illustrations that is currently in the Electricity Museum here in Lisbon. The exhibition is international and I was quite anxious for it to start so I could go and enjoy something I’m really passionate about – children books.

I was quite happy to see in my hands the book illustrated by one of my favorite Portuguese artists, Ana Ventura and see so many other artists I quite enjoyed. If you are in Lisbon I strongly advise you to go and see it. This exhibition is free and will stay until the 13th of April.

A Ilustrarte é uma exposição de ilustrações de livros infantis e esta a decorrer no Museu da Electricidade aqui em Lisboa. A exposição é internacional e tenho que admitir que andava um bocado ansiosa para que começa-se para que a pudesse ir visitar ou não fosse eu viciada em livros infantis e ilustração.

Fiquei bastante contente por finalmente conseguir pegar no último livro ilustrado por uma das minhas artistas portuguesas favoritas, a AnaVentura e descobrir tantos outros artistas internacionais que desconhecia. Se estão em Lisboa aconselho-vos a irem ver esta exposição que é gratuita e por lá ficará até 13 de Abril.




segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

The creative swap



I’ve participated in this “creative swap” created by Ishtar. The project consisted in sending a package to another person with the following things:

A letter
Something handmade
Something to drink or eat
A wish for the year 2014

Because the person whom was my partner seemed to love scrapbooking and things like that I’ve decided to make a pencil case so she could get all the gear inside. On my “something to drink or eat” I’ve decided I would send one of my favorite things – tea. I’ve sent different types of tea all with a personalized tag made by me. I do hope she’ll like it!

Participei neste “creative swap” criado pela Ishtar. O projecto consistia em enviar uma encomenda para outra pessoa com as seguintes coisas:

Uma carta
Algo feito à mão
Algo para beber ou comer
Um desejo para 2014


Como a pessoa com quem era suposto trocar as prendas parecia gostar muito de fazer “scrapbooks” e coisas do género decido fazer um estojo para que ela consiga guardar o material que necessita. Em relação ao “algo para beber ou comer” decidi enviar uma das minhas coisas favoritas – chá. Enviei-lhe diferentes tipos de chá que gosto, todos com uma etiqueta personalizada por mim. Espero que ela goste!



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Wool from Serra da Estrela/ Lã da Serra




In May 2013I’ve walked the sheep in the transumância route and now, January 2014 I’ve started to knit a pair of socks for myself using wool from Serra da Estrela. I love this feeling of closing of a cycle and I’m growing more and more conscious of where my yarn comes from and how is it been produced.

I bought this wool at ArtiModa, in Alvalade and once again I’m not using any pattern which means I’m doing it for myself and with what I’ve been learning. I’m using 2.25 needles.

Em Maio de 2013 passeei as ovelhas na transumância, agora em Janeiro de 2014 comecei a tricotar um par de meias para mim com lã da serra. Gosto muito deste sentimento de fechar de um ciclo e cada vez me preocupo mais sobre o sítio onde as coisas são feitas e como são feitas.


 Comprei a lã na ArtiModa em Alvalade e mais uma vez não estou a usar nenhum esquema, ou seja, estou a fazer de cabeça com o que tenho aprendido. As agulhas são 2.25.


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Black merino lambs/ Borregos merino negros






Even though most of the world production of merino wool comes from Australia and New Zealand this type of sheep originates in the Iberian Peninsula. These young lambs came from a breed originated in Alentejo and although the big sheep do seem brown due to dust, in the lambs you can see perfect black wool. This was my surprise of the day. I went to see the sheep, and found the most adorable lambs.

Apesar da grande produção mundial de lã merino ser na Austrália e Nova Zelândia este tipo de lã é na realidade originária da Península Ibérica. Estes jovens borreguinhos vêm de uma raça originária do Alentejo e apesar das ovelhas mais velhas parecerem castanhas devido ao pó é nos pequenos que se consegue ver melhor a lã negra lustrosa. Esta foi a minha surpresa do dia. Fui ver as ovelhas e deparei-me como estes borreguinhos maravilhosos.




quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Join the pieces to make the whole / Juntar as partes para fazer o todo


It gives a sense of fulfillment to see the pieces that complete my first knitted blouse finished and ready to be sewn. This time I didn’t want to make any mistakes so I asked my mother to sew the blouse for me.

If I hadn’t been always undoing it I think it may have been done a long time ago. In my opinion the first one is always the one that takes the most effort and time so I’m hoping the next one will be faster and with less trouble. At least it is exactly like I wanted it to be and for me this is the most important thing.

Dá um certo sentimento de satisfação ver as peças que completam a minha primeira blusa terminadas e prontas a coser. Desta vez não queria cometer nenhum erro por isso pedi à minha mãe que cosesse a blusa por mim.


Se não tivesse sempre a desmanchá-la/voltar a fazer já a tinha terminado há muito tempo. Mas teoricamente a primeira é sempre a mais morosa por isso espero que a próxima seja mais rápida e com menos contratempos. Ao menos ficou como queria e para mim isso é o mais importante.


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

As sombras de alguém / Someone’s shadows


“This is a collection of undeveloped lost films found inside old cameras and film negatives found at the flea market.”

“Isto é uma colecção de rolos perdidos, por revelar, que tenho encontrado dentro de máquinas antigas e também de negativos que tenho descoberto na feira da ladra.”













My friend D. showed me this project a while back and I was beyond happy to come across it. Like it is described in the facebook page, all photos were developed from film found in old cameras and films found in the flea market. I love the idea behind this amazing project and there are some real gems here – amazing photos that make me dream about who were these people and what would they lives be like. All photos are from the “Someone’s shadows” ‘s website.

A D. mostrou-me este projecto fantástico há algum tempo e fiquei sinceramente feliz por isso. Tal como é descrito na página do facebook, todas as fotos foram reveladas a partir de rolos encontrados em câmaras antigas ou comprados na feira da ladra. Acho fantástica a ideia por detrás deste projecto e podem-se encontrar verdadeiras preciosidades aqui. A mim fascinam-me as fotos e sonhar como terá sido a vida destas pessoas, e porque é que nunca revelaram este ou aquele rolo. Todas as fotos são do site “As sombras de alguém”.





segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Teach / Ensinar

Give a man a fish and you feed him for a day; teach a man to fish and you feed him for a lifetime



Well it may not be fishing but I do love to teach others to crochet or to knit. Since I’ve been crocheting longer than I’ve been knitting I have taught crochet a lot more than knitting however it seems these days I have been teaching more to knit than to crochet.

For crochet I came up with a technique called “the bunny technique” but knitting is different. It is more difficult for me since I have been doing it only for two years. Still I always find a way and I was very happy when A. came to me with her finished work. She was my last “student” and her knitted cowl is already made. I taught her how to finish the work and now I am quite happy that she already knows how to make her own pieces.

Bom pode não ser aprender a pescar mas a realidade é que adoro ensinar crochet e tricot. Como faço crochet há mais tempo também ensino crochet há mais tempo contudo nestes dias parece que ensino mais tricot que crochet.


Para o crochet desenvolvi a minha própria técnica de ensinar, a “técnica do coelho” mas para o tricot é diferente. Como só faço tricot há dois anos é um bocadinho mais difícil para mim ensinar, se bem que arranjo sempre uma maneira. Fiquei muito contente quando a A. veio ter comigo com o trabalho que a ensinei a fazer terminado. A A. foi a última pessoa a quem ensinei tricot e a sua gola já está feita. A semana passada ensinei-a a rematar e a terminar o seu trabalho e estou bastante satisfeita que ela já consiga fazer as suas peças.




sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Knitted black cowl / Gola preta tricotada




It seems a tradition now, that I see myself doing a black cowl every year when I am not the biggest fan of black. After the mittens it was time to make this black cowl using Manchester’s yarn form Tricot Brancal.


Parece já uma espécie de tradição, que eu que não sou a maior fã de preto tenha que fazer anualmente uma gola preta. Depois das luvas, fiz esta gola preta usando a lã Manchester da Tricot Brancal.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Vivian Maier – the woman of self-portraits / A mulher dos auto-retratos













 




Vivian Maier was automatically one of my favorite photographers from the moment I first saw her photos. This amazing woman was able to capture simple moments of everyday life with her own eyes and it is a real pleasure to be able to see the world throw her lenses. One of my favorite things about Vivian Maier is her self-portraits, the most amazing ones I have ever seen. I love the way we can catch a glimpse of her in glass or mirrors with the most amazing expressions. She is my woman of self-portraits.

All the images I’ve posted and many more can be found here.

 A Vivian Maier tornou-se automaticamente uma das minhas fotógrafas favoritas a partir do momento em que “tropecei” nas suas fotos. Esta mulher surreal foi capaz de capturar momentos simples da vida quotidiana do seu tempo e é um verdadeiro prazer poder ver a sua visão do mundo através das suas lentes. Uma das minhas coisas favoritas sobre a Vivien Maier são os seus auto-retratos, os mais fantásticos que já vi e os que mais me marcaram. Adoro a maneira como nos retractos podemos apanhar um pequeno vislumbre dela num vidro ou num espelho, sempre com expressões / sombras sórdidas mas belas. A Vivien Maier é a minha senhora dos auto-retratos.


Todas as imagens neste post e muitas mais podem ser encontradas aqui.