quarta-feira, 3 de agosto de 2016




Se já começo a ter um fio relativamente contínuo, as torções são outra história completamente diferente. O tipo de torção que mais gosto acaba por ser demasiada e lá vai o fio por aí adiante, a fazer caracóis por todos os lados. Lavar a lã e bater numa parede é opção e facilita, mas não mitiga completamente o problema.



Entretanto começo a perceber um bocadinho mais da roda e da sua manutenção: já consigo mudar o fio que liga a roda à bobine e já percebi como fazer com que ele fique bem tracionado, sem estar demasiado apertado ou laço. Também já percebi que apertando ou alargando a tração das molas o tipo de movimento que tenho é completamente diferente. Faz-me lembrar as aulas de guitarra e a questão da afinação – há “apertos” que funcionam melhor para fiar, outros para torcer. Por agora experimenta-se muito – como já me disseram há algum tempo, mas para outra situação “vai ter que estragar muito material até conseguir fazer isto bem!”